A negociação de um contrato de seguro deve ser sempre feita a pensar no futuro, pois só no futuro, normalmente muito tempo depois da negociação, é que o seguro vai ser verdadeiramente útil para o seu tomador. Por outro lado, do ponto de vista do segurador sucede o mesmo.

A capacidade de antecipação de problemas e de riscos constitui o fulcro da atividade de quem explora seguros e de quem os toma.

Só com um profundo conhecimento do Direito dos Seguros é possível proceder à adequada contratação de um seguro.

Por outro lado, após a verificação do risco, torna-se necessário agir com cautela, numa área do Direito em constante evolução, que exige um conhecimento sempre atual e profundo, a par das novas tendências internacionais.